terça-feira, 16 de novembro de 2010

Quaresma grupal

Achei muito interessante essas questões. Podem ser usadas como reflexão sobre o momento que a igreja vai entrar agora: A quaresma. Reflitam, pensem, meditem sobre sua realidade enquanto grupo e enquanto jovem. 

Vamos a elas.



quinta-feira, 4 de novembro de 2010

DNJ 2010 agita a Diocese de Piracicaba

No último dia 24 de Outubro, nossa diocese vivenciou um momento especial de festa, reza e luta. Cerca de 2 mil jovens estiveram presentes na celebração dos 25 anos de Dia Nacional da Juventude, fazendo parte de uma grande festa que reuniu diversos movimentos e pastorais que trabalham com a juventude de nossa diocese. Com o  Tema: DNJ 25 anos: celebrando a memória e transformando a história e lema: Juventude: muita reza, muita luta, muita festa, em marcha contra a violência, o dia foi recheado de atividades, dentre elas oficinas,  apresentação de bandas musicas, grupos de dança e teatro de nossa diocese e um sarau onde vários jovens soltaram a voz animando os que participaram da atividade. Já na manhã do dia, o evento teve início com a celebração da santa missa, presidida pelo Bispo Diocesano Dom Fernando Mason. Em seguida, os jovens de todas os rostos e tribos caminharam até o Sindicato do Metalúrgicos de Piracicaba, onde ocorreram a maior parte das atividades.
Em um momento de extremo protesto, os jovens alí presentes formaram um grande circulo e gritaram juntos "BASTA, CHEGA DE VIOLENCIA E EXTERMINIO DE JOVENS" em uma só voz e um só coração. Todos os jovens cantaram juntos e celebraram a vida.
O dia inteiro com certeza será lembrado por muitos como um grande dia em que a juventude cristã de Piracicaba mostrou que não está adormeçida, pelo contrário, mostrou que nós jovens temos sim e voz e vez dentro da igreja e dentro da sociedade. Inspirados no projeto de Cristo, os jovens que alí estavam saíram com um gostinho que quero mais e com a certeza de nós temos um grande papel dentro desse mundo e que nós SIM podemos muda-lo. O Setor Juventude Diocesano esteve à frente da organização do DNJ 2010.  
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Pelos violentos, contra a violência

Como dizia meu tio: “Todo mundo vê as pinguinha que eu tomo, mas ninguém vê os tombo que eu levo!” É óbvio que ele não se referia aos tropeções que tomava, cambaleando de bêbado, a caminho de casa, mas das dificuldades que o empurraram ao vício. Assim acontece com a violência: Todo mundo quer o fim dela, mas poucos se preocupam em investigar a raiz do problema.

Segundo a TV, é fácil identificar os culpados. Eles andam de armas nas mãos, sem camisa, falam palavrões e, quando não escondem o rosto, percebe-se que são feios, desdentados e negros. Mas, se é tão fácil traçar um perfil violento, por que ainda não eliminamos este mal do nosso meio?

Não é de hoje que as novelinhas de horário nobre têm desenvolvido o conceito de que há pessoas do bem e do mal. As do bem nascem em berço de ouro, ou são pobres, mas muito bonitinhas e, por isso, ficam ricas. Porém, sofrem a novela toda, tendo sua recompensa só no final. As do mal já nascem em ambientes ruins e nunca se corrigem: ou morrem, ou terminam seus dias na cadeia.

Olhando para nossa realidade, quem são os presidiários? Brancos ou negros? Pobres ou ricos? Adultos ou jovens? Todo presidiário é culpado? Toda pessoa livre é inocente? São questões intrigantes, não!? Mas talvez a pergunta crucial seja esta: As pessoas nascem violentas, ou são levadas a isto?

Vamos comparar os textos At 4,32-35 e At 5,1-11, buscando perceber em qual situação e por qual motivo surge a violência. No primeiro, vemos o retrato da comunidade ideal, onde tudo era mantido em comum. No segundo, duas pessoas morreram. Isso por que mentiram? Não!!! Porque acumularam, quiseram ter mais que os outros. A morte foi consequência do egoísmo e do individualismo do casal.

Em nossa sociedade, vale mais a partilha, ou o lucro? Quem acumula não agride ninguém fisicamente. Mas, quando uns acumulam, outros passam privações. Viver na fartura sabendo que, por isso, outros passam fome, é um ato violento ou não!?

Ah, sim... E os descamisados com arma na mão, dos quais falamos no início? É bem verdade que eles não são ricos. Mas são vítimas daquela primeira violência, a das privações. Embora a TV diga que são bandidos, eles são marginais, ou seja, aqueles que vivem à margem, os excluídos da sociedade.


Há quem diga que essas pessoas deveriam procurar emprego. Mas há vagas para todo mundo? Os jovens conseguem facilmente o primeiro emprego, ou a maioria das vagas requer experiência? O salário que as empresas oferecem se equipara ao que se ganha na prostituição, ou no tráfico? As pessoas de menor condição social são respeitadas da mesma forma que as pessoas de melhor condição?

A pior agressão que esses grupos sofrem é serem convencidos de que são os culpados pela sua própria situação. Não foi o que fez o governo com os moradores dos morros cariocas, incriminando-os pelas mortes nos deslizamentos?

Quando o povo se insurge, é taxado de criminoso, violento. Mas há grupos naturalmente agressivos, ou a violência é um ciclo vicioso, fruto de um sistema que gera desigualdades e rouba a dignidade das pessoas? Não seria a agressão física uma reação desesperada, um grito de socorro? Afinal, é possível viver numa sociedade onde “não haja pessoas necessitadas” (At 4,34)? Isso garantiria o fim da violência?

José Luiz Possato Jr.




Mensagem do Setor Juventude pelo Dia Nacional da Juventude

Para celebrar o Dia Nacional da Juventude o Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma mensagem, assinada pelo bispo referencial do Setor, dom Eduardo Pinheiro e pelo assessor nacional, padre Carlos Sávio da Costa, na qual parabeniza a todos os jovens do Brasil.

“Parabéns a todos aqueles e aquelas que, durante esses anos, não só mantêm acesa a chama deste evento, mas, através dele, provocam um olhar mais carinhoso, verdadeiro e respeitoso com relação a nossa juventude”, disse os representantes do Setor Juventude. Leia a íntegra da nota abaixo:

25 anos do DNJ


O mês de outubro, dedicado ao aprofundamento da dimensão missionária da nossa vocação de discípulo, foi escolhido para contemplar um dos maiores eventos de juventude da Igreja em nosso país: o Dia Nacional da Juventude (DNJ).

Estamos comemorando 25 anos de sua existência. Motivado pela promulgação do Ano Internacional da Juventude, pela ONU em 1985, o DNJ nasceu por iniciativa da Pastoral da Juventude e sempre quis ser um momento especial de manifestação da beleza, da força e do compromisso da nossa juventude. Percebendo a necessidade de proclamar bem alto a boa-nova de Jesus Cristo, este evento de massa vai às ruas e aos grandes espaços públicos para, juntamente com várias outras expressões de juventude, cantar a força da vida e mostrar a todos o quanto ainda se tem a aprender com o dinamismo juvenil.

Parabéns a todos aqueles e aquelas que, durante esses anos, não só mantêm acesa a chama deste evento, mas, através dele, provocam um olhar mais carinhoso, verdadeiro e respeitoso com relação a nossa juventude.

Este significativo Jubileu coincide com a manifestação que os jovens católicos, sob a orientação das pastorais da juventude, fazem nas praças para um ‘basta à violência juvenil’. A juventude é portadora de riquezas imensas, sonhos ousados, coração generoso, espiritualidade vibrante, muita energia e criatividade, e não podemos deixar que a violência social e cultural comprometa o presente que Deus nos concede com a vida dos jovens para a vida de nosso povo.

Ao festejar esta data memorável, vamos, todos, renovar nossa paixão pela juventude motivando-a, sobretudo, à paixão por Aquele que, chamando-nos de amigos, se coloca como o único Caminho, Verdade e Vida.

Brasília, 24 de outubro de 2010

Dom Eduardo Pinheiro da Silva, SDB
Bispo referencial para a Juventude-CNBB

Pe. Carlos Sávio da Costa Ribeiro
Assessor do Setor Juventude-CNBB

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Um bom inicio

Meus caros leitores, hoje começa uma fase nova em nosso grupo, fase informatizada ... estamos na internet pessoal !!! É um projeto de alguns anos que dou inicio agora. 
Mas agora vamos ao inicio de tudo ...



Historia
O grupo surgiu apartir de um desejo de varias pessoas em evangelizar os jovens atraves de uma maneira que a juventude não encontrava ainda dentro de nossa paroquia. Uma pessoa se empenhou em especial para isso: Irmã Carminha. Com seu objetivo de evangelizar jovens, ela conseguiu varios outros jovens que a ajudaram dentro desse projeto durante esses 3 anos de caminhada. No começo, pode-se dizer que a vida não foi nada facil. Uma caixa de som, um violão e um galpão velho. Essas eram as ferramentas que tinhamos para mostrar nossa missão, porem nada nos fez desistir de tudo, apesar de grandes obstaculos, continuamos vivendo como o primeiro, seguindo essa missão em rumo da construção do reino. Com os amigos sempre ao lado, varios projetos foram realizados durante esses anos: festas, bailes, e tudo que era possivel para cativar a juventude para nosso projeto inspirado no projeto de cristo. São varios anos de luta e de perseverança, onde pessoas nos ajudaram a construir o que hoje temos. Podemos dizer que muitas pessoas passaram e deixaram sua marca profunda, outras simplesmente só com sua presença ja mostraram seu carisma e deixaram sua marca. Outros ainda lutaram pelos projetos que acreditavam, muitas vezes como "revoltados", mas sem nunca deixarem de acreditar no projeto de cristo, demonstrando protagonismo juvenil e perseverança.

Ideologia
Com 3 anos de existencia, o grupo vem vivenciando uma nova fase de projetos e influencias. Ligado á Pastoral da Juventude (PJ), o grupo tem vivido momentos e compartilhando ideias com diversos grupos da diocese. Com momentos de espiritualidade, comunhão de ideias e debates profundos, o grupo está vivendo um momento de real aprofundamento das pessoas, onde realmente o proposito é a vivencia e discussão de problemas comuns aos jovens, enriqueçendo as ideias e levantando nosso papel enquanto cristãos. Dentro desse proposito, o grupo tem trabalhado diversos materiais que abordam esse problemas, melhorando o pensando dos jovens e abrindo a mente de grande parte deles.

Historico atual
Na espera de seus 3 anos de idade, esse jovem grupo está compartilhando um momento muito belo dentro de nossa linda diocese. Vivendo momentos de comunhão com a diocese, o grupo tem convivido com diversos outros movimentos da igreja e vivenciado momentos especiais. Mas essa etapa vai ser construida aos poucos meus caros, momentos assim vão sendo escritos, hoje e sempre ...

Por hoje é só meus amigos, em breve vocês terão mais noticias. Boa noite e todos e muito Axé !!!